Cósmico leitor,
Algumas histórias não precisam de enredo.
Elas acontecem no intervalo entre um passo e outro,
e naquele espaço que a ausência deixa,
fazendo a gente deixar o silêncio permanecer.
Este quadrinho nasce de um poema que não grita.
Ele observa.
Fica.
Escuta o que o tempo repete baixinho
quando alguém já não está.
Leia devagar.
Algumas saudades não pedem resposta…
Um pouco de saudade
E você, cósmico leitor?
O que em você aprendeu a ficar, mesmo depois da ausência?










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