Cósmico leitor, hoje quero abrir espaço aqui pra uma voz que já não é nova por essas bandas. Diego Souza já trouxe outro poema pra este espaço, já dividiu textos que ensinaram coisas que eu mesma carreguei comigo depois de ler. E toda vez que ele volta, com uma palavra nova pra oferecer, sinto que o Cósmica Palavra fica um pouco mais completo, porque este projeto nunca foi feito só por mim. Então, ver a escrita aparecendo no coração de quem caminha comigo, é uma das melhores sensações.
Hoje ele traz um poema curto, mas denso, sobre a displicência que quebra o que era precioso, e sobre a esperança teimosa de que ainda dá tempo de regenerar o que foi rachado. Não é sobre o diamante. Ou talvez seja só sobre o diamante, e cada um de nós encontre o seu ao ler.
Fica com essas palavras. Deixe que elas te lembrem do que você anda deixando sem polir.
O Diamante
Por displicência
Eu rachei o diamante…
Tão belo era… tão límpido, brilhante…
Quebrei o diamante
Em seu dia mais importante
O esqueci de polir, turvou
Queria mudar o tempo
Quem sabe eu melhore…
E o diamante rígido, possa
Se regenerar
Entre portais literários,
Diego Souza
A Deusa da Terra conhece bem esse tipo de pedra. Sabe que até o diamante, o mais rígido dos minerais, carrega em si a memória de cada rachadura, e que regenerar significa aprender a brilhar apesar dela.
E o Deus do Universo lembra que displicência é só um lembrete de que a atenção também precisa ser cultivada, como tudo que é raro e importa.
Gratidão, Diego, por emprestar suas palavras a este espaço mais uma vez. O Cósmica Palavra é mais bonito com você por perto.

Imagem gerada com IA para fins ilustrativos
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O Cavaleiro – Cósmica Palavra – é outro poema que Diego Souza já trouxe pra este espaço, então quem se emocionou com essa nova palavra dele vai querer conhecer a primeira vez que essa voz apareceu por aqui.
Poesia é um jeito de olhar – Cósmica Palavra – esse poema é, no fundo, sobre atenção, sobre o que a displicência deixa escapar, e esse texto expande exatamente essa ideia, mostrando como olhar com cuidado é o que transforma o comum em poesia.
A Sombra Tem Ouro Dentro – Cósmica Palavra – fala sobre encarar o que é imperfeito, rachado, difícil de olhar, e ainda assim encontrar valor ali, uma continuação natural da esperança de regenerar que fecha o poema do Diego.


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